É por causa dessas coisas que os alunos dos outros cursos pensam que o pessoal da comunicação não precisa estudar. Gostar do que faz, do lugar que estuda e dos professores que tem não é pecado. É FAMECOS!
Ai está a nossa bela produção.
A pimenta é caiena. Já o tomate eu não sei, ainda mais pelas circunstâncias do plantio. Acredite se quiser, mas foi minha jabuti que plantou! E adubado. Explico: ela come tomate e o resultado vira um pé de tomate. Depois tiramos o tomateiro do pátio e plantamos em um vaso, mas foi assim que aconteceu.
A pimenteira fui eu mesma que plantei e até pareço o agricultor da propaganda dos chips de inhame de tanto orgulho.
E com vocês, a Segunda Guerra Mundial representada por... comida!
Acontece que eu estava lendo o livro O Repórter Esso e, como trata muito da Segunda Guerra, lembrei desse curta e fiz uma pausa pra postá-lo aqui.
Também tratando da volta à FAMECOS, estou quebrando a cabeça tentando bolar novas formas para apresentar as matérias. É que com tantas ferramentas à disposição temos o dever de explorá-las.
Bom, por hoje é isso. Bom filme!
Voltei pra faculdade! Tá certo que devagarinho (3 cadeiras) mas, como diz minha mãe, minha barreira aqui são 450 quilômetros! Que nada! Só 14 horas de viagem semanais (7h de ida e 7h de volta)...
É isso ai! Vamo lá.
Deixo aqui um curta maravilhoso que assisti no blog Assim como você. "O Circo da Borboleta" é daqueles filmes que fazem bem pra alma. Tem duração de 20 minutinhos só. Vale muito a pena ver:
Esqueci de deixar um post "pré-praia" mas agora tô de volta.
E pra recomçar vou colocar aqui um dos vídeos mais vistos do Youtube. Pra alguns uma inspiração, pra outros, coisa de louco ou piada. Isso deixo a cargo de cada um. Mas eu fico com a primeira.
Tô encantada com tudo que se consegue fazer hoje em dia com criatividade e tecnologia. Olhem só o que a Ferrero (dos bonbons maravilhosos Ferrero Rocher) fez pra celebrar o Natal. Aconteceu em Sidney.
E como sempre, essa época é pra estar entre as pessoas que se ama e esquecer os problemas. Pelo menos até dia primeiro...
E, muito importante: comece desde já a aliviar, descarregar seu coração, mente, espírito (o que for) pra não atingir a seus familiares e amigos com seu estresse. Mesmo sem intenção, uma besteirinha pode estragar um Natal. Então dê o melhor de si. Doe-se!
Mais uma coisinha, só pra constar:
Velhice é um estado de espírito.
Doença, tristeza, depressão, deficiência e estresse também.
Ficar nesses estados de espírito não ajuda em nada. Pelo contrário. Atrapalha e complica o que poderia ser bem mais simples.
ALERTA! NÃO É NECESSÁRIO LER A PARTIR DAQUI. PROVAVELMENTE QUEM LÊ MEU BLOG NÃO SE ENQUADRA NO QUE VEM A SEGUIR.
Isso é um desabafo de alguém que nunca se entrega pra que parem de se queixar e façam algo.
Quem faz um drama em cima de uma dorzinha de cabeça ou de um resfriado nunca vai suportar qualquer coisa maior que isso sem desabar. E para alguns caranguejos (saibam que isso é pra algumas pessoas apenas), não tirem conclusões por vocês. O quanto cada um aguenta não é igual e não tem como mensurar. E ninguém é parâmetro pra dor alheia.
Eu não precisaria estar escrevendo isso, mas é parte do meu exercício de tirar o peso pra poder dar o melhor de mim. Portanto aqui vai:
Porque alguém no meu lugar estaria em "depressão", sofrendo, chorando, "esperniando" (com o perdão da piadinha), sem fazer nada, desiludido com vida, não significa que eu tenha que estar assim! Deus dá o frio conforme o cobertor e o meu dá conta com folga!
Que gente que quer ver todo mundo mal! Chega de rodear urubuzada! Xô!
Mais um vídeo. Esse é pra lembrar: cada vez que você se sentir tentado a dizer "deixa que eu faço isso vó." NÃO DIGA. Deixe que eles façam tudo que podem fazer pra viverem mais e melhor.
Pode ter certeza que vão te pedir quando precisarem.
Começou dia 10 então isso já vem com atraso. O vídeo abaixo não tem legendas, mas dá pra assistir online. Se quiser o vídeo legendado baixe clicando AQUI.
Se nada se cria e nada se perde, mas tudo se transforma, esse deve ser o segredo. Não aquele do livro, mas o de viver. Transformar e transformar-se tem a ver com a capacidade de adaptação. Adaptar-se, por sua vez, é a chave para a evolução e sobrevivência.
Mas não quero falar de Darwin e evolucionismo. Quero falar de adaptação, de aprender e do transformar. E não precisa ser uma grande transformação. Pode ser até aprender a transformar sobras de comida em um prato novo e tão bom quanto, ou aprender algo novo pra adaptar-se a uma nova situação.
Sim, estou sempre falando de comida, mas não vivemos sem ela, certo? Mas de que adianta falar, falar e falar? São só palavras! Que podem até transformar idéias em uma mente aberta, mas de nada servem se quem as lê não estiver aberto a... transformações.
Qualquer um pode falar palavras bonitas, de apoio, conforto e motivação. Isso pode ajudar... Mas o que funciona mesmo é ensinar a fazer algo. Ensinar qualquer coisa que se saiba. E eninar de boa vontade (sim, estou me repetindo) pra que no fim do processo quem você ensinou esteja apto a fazer sozinho o que acabou de aprender.
Fazer motiva muito mais que ouvir. Então ensine, transforme-se, adapte-se e FAÇA!
Nossas recordações da infância são nossa base nas fases que se seguem.
Tente recordar: o cheiro do bolo saindo do forno, a cobertura da nega-maluca, a sopa de feijão e a canja de mãe. A canela e a noz-moscada, bolinhos de chuva e a macarronada. Arroz doce e biscoitinhos de nata. E a velha e gostosa gemada!
Que momentos da infância fazem de você uma pessoa melhor?